Sejam Bem vindos!

"Confie no Senhor e faça o bem, assim habitará a terra e desfrutará segurança. Deleite-se no Senhor, e Ele atenderá os desejos de seu coração.Entregue seu caminho ao Senhor; confie nEle e Ele agirá."

Salmos 37:3-5


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Síndrome de Asperger - Uma forma de Autismo

A Síndrome de Asperger é um Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD), resultante de uma desordem genética, e que apresenta muitas semelhanças com relação ao autismo.
A Síndrome de Asperger (SA) é uma forma de autismo de alto funcionamento que só se tornou um diagnóstico “oficial” em 1994. Isso significa que muitos adultos com SA nunca foram diagnosticados.

Ao contrário do que ocorre no autismo, contudo, crianças com Asperger não apresentam grandes atrasos no desenvolvimento da fala e nem sofrem com comprometimento cognitivo grave. Esses alunos costumam escolher temas de interesse, que podem ser únicos por longos períodos de tempo - quando gostam do tema "dinossauros", por exemplo, falam repetidamente nesse assunto. Habilidades incomuns, como memorização de sequências matemáticas ou de mapas, são bastante presentes em pessoas com essa síndrome.

Entre as características mais comuns podemos destacar:
  • Déficit de comportamento social;
  • Interesses limitados;
  • Comportamentos rotineiros;
  • Peculiaridade do discurso e da linguagem;
  • Perturbação na comunicação não verbal;
  • Descoordenação motora.




















Na infância, essas crianças apresentam déficits no desenvolvimento motor e podem ter dificuldades para segurar o lápis para escrever. Estruturam seu pensamento de forma bastante concreta e não conseguem interpretar metáforas e ironias - o que interfere no processo de comunicação. Além disso, não sabem como usar os movimentos corporais e os gestos na comunicação não-verbal e se apegam a rituais, tendo dificuldades para realizar atividades que fogem à rotina.
A partir de 2013, a síndrome de Asperger deixa de ter essa denominação e passa a ser classificada no DSM como uma forma branda de autismo – uma recomendação que deverá ser mundialmente adotada. Diferentemente do autismo clássico, porém, quem tem Asperger não apresenta comprometimento intelectual e retardo cognitivo. Por isso os primeiros sinais e sintomas do distúrbio costumam ser ignorados pelos pais, que os atribuem a características da personalidade da criança.
Muitos portadores da síndrome possuem, inclusive, QI acima dos índices normais. E o fato de terem habilidade verbal muito desenvolvida, com um vocabulário amplo, diversificado e rebuscado, reforça nos pais a ideia de que seus filhos são superdotados. O foco exagerado sobre um assunto específico – como automóvel, aviões ou robôs, por exemplo – é outro sintoma característico da síndrome interpretado de forma inadequada pelos pais e familiares, que acabam incentivando a restrição de interesses dessas crianças, oferecendo apenas presentes relacionados ao tema.
A síndrome de Asperger tem sido identificada naqueles que são considerados os maiores gênios da humanidade.
De Einstein a Newton, de Van Gogh a Bill Gates, a obsessão e isolamento próprios desta doença fez com que estes tivessem sido os melhores nas suas áreas.
Computadores pessoais, filmes e teorias científicas podem ter sido fruto desta síndrome.
Diagnóstico
Os sinais e sintomas da síndrome de Asperger podem aparecer nos primeiros anos de vida da criança, mas raramente são valorizados pelos pais como algo negativo, especialmente se as manifestações forem leves. A grande maioria dos diagnósticos da síndrome de Asperger é feita a partir da fase escolar, quando a dificuldade de socialização, considerada a característica mais significativa do distúrbio, manifesta-se com maior intensidade, juntamente com o desinteresse por tudo que não se relacione com o hiperfoco de atenção. O que efetivamente chama a atenção dos pais são os sintomas associados ao isolamento social, inadequação de comportamentos ou manifestações de ansiedade, depressão ou irritabilidade,


Usualmente, os primeiros relatos sobre os problemas observados são feitos ao pediatra, que poderá encaminhar a criança aos médicos especialistas para uma avaliação mais profunda e detalhada. Não existem exames laboratoriais ou de imagem destinados à confirmação do diagnóstico.

Hoje, o principal instrumento para essa finalidade são os testes aplicados por neuro-psicólogos, que por meio de tarefas propostas à criança observam e avaliam aspectos cognitivos e comportamentais, como memória, atenção e habilidades sociais.O Brasil ainda carece de uma padronização na abordagem diagnóstica dessa patologia, uma vez que ferramentas como a AD (questionário utilizado em entrevistas com os pais) e a ADOS (questionário para entrevistas com as crianças) ainda não foram validadas aqui, embora o uso já esteja consagrado nos Estados Unidos e na Europa.
Quem tem síndrome de Asperger tende a apresentar alterações nos testes de avaliação de reconhecimento de emoções e nos que analisam a capacidade de inferir o que os outros estão pensando. São pessoas que têm extrema dificuldade em entender o que pensam e sentem aqueles que os cercam, a menos que essas emoções sejam explicitamente demonstradas e explicadas a eles. Também são inflexíveis, por isso prendem-se a regras e não conseguem agir com flexibilidade, conforme cada situação.
Como lidar com a Síndrome de Asperger na escola?
As recomendações são semelhantes às do autismo. Respeite o tempo de aprendizagem do aluno e estimule a comunicação com os colegas. Converse com ele de maneira clara e objetiva e apresente as atividades visualmente, para evitar ruídos na compreensão do que deve ser feito.




















Também é aconselhável explorar os temas de interesse do aluno para abordar novos assuntos, ligados às expectativas de aprendizagem. Se ele tem uma coleção de carrinhos, por exemplo, utilize-a para introduzir o sistema de numeração. Ações que escapam à rotina devem ser comunicadas antecipadamente.

Quem tem Asperger e chega à vida adulta sem diagnóstico ou tratamento adequado pode enfrentar sérias dificuldades de relacionamento na vida pessoal, escolar e profissional. Além disso, trata-se de um risco para o desenvolvimento de outros problemas, como o transtorno bipolar. Portanto, quanto mais precoces e precisos forem o diagnóstico e o tratamento, maiores serão as chances de a criança com Asperger desenvolver comportamentos mais saudáveis, tornando-se mais sociáveis, flexíveis e independentes.Como conseqüência destas dificuldades os portadores de Síndrome de Asperger acabam por se isolar e limitar os seus interesses a determinados temas assuntos, atitude que prejudica ainda mais a sua relação com o outro.
O Diagnóstico precoce é essencial para proporcionar aos portadores, os recursos necessários e a que têm direito que lhes permitam atingir o seu potencial, o qual muitas vezes é extraordinário, como pessoas verdadeiramente integradas na sociedade.
O diagnóstico pode fornecer um quadro para organizar-se e a compreender e aprender sobre os desafios comportamentais e emocionais que talvez parecessem inexplicáveis até este momento. Isso pode diminuir a vergonha, levar a um maior senso de comum e iniciar o processo de aprender a viver mais adaptativamente com o cérebro de um Asperger. Pode também servir ajuda em outros aspectos da sua vida e a compreendê-lo e responder de forma diferente.

Tratamento multidisciplinar

São envolvidos médicos, neuro-psicólogos, psicopedagogos e fonoaudiólogos, uma vez que os indivíduos possuem alterações na fala (erros de prosódia, por exemplo, quando o indivíduo faz a transposição do acento tônico de uma sílaba para outra). Basicamente, a terapia se baseia em transmitir as habilidades e recursos para as manifestações características, em especial a dificuldade no convívio social. Ele deve ser feita a longo prazo, já que se trata de um distúrbio crônico. Medicamentos são utilizados apenas para tratar sintomas decorrentes dessas manifestações, como ansiedade, depressão e irritabilidade.




Como diagnosticar nos Adultos  a Síndrome de Asperger?
Nos adultos o diagnóstico é uma tarefa um tanto quanto complicada, difícil e sem precisão, pois os adultos com a síndrome de Asperger, já aprenderam de forma racional a mascarar seus erros sociais. Apenas quando estão distraídos conseguem demonstrar os sintomas da síndrome, porém, se concentrados, em uma interação social, como fazer um teste com o psicologo e /ou psiquiatra, os portadores desta síndrome, conseguem dissimular tanto que se comportam de forma (aparentemente) normal.
1. Síndrome de Asperger pode ficar no caminho da sua carreira.
Você parece nunca conseguir um emprego que reflete suas habilidades, mesmo que todas as credenciais são ótimas no papel. Ou você está preterido em promoções regularmente, porque você simplesmente não entende a política do escritório. O problema pode ser SA.

2. Síndrome de Asperger pode ficar no caminho do começo das suas amizades
Você tem dificuldade de fazer e / ou manter amigos, e não sabe porquê. Ou seus amigos estão interessados apenas em você quando você está envolvido em uma atividade que você compartilha, mas você não constroem uma relação pessoal. O problema pode ser SA.
3. Síndrome de Asperger pode ser a razão de você ser “Obsessivo” em determinados temas
Você foi chamado de “obsessivo” ou “fanático”, mas você sente que está muito interessado em apenas um tópico incrivelmente fascinante. Você gostaria de descobrir se você está certo ou errado, e fazer uma boa decisão sobre a possibilidade de tentar expandir os seus interesses. Seria útil saber se você tem como.
4. Síndrome de Asperger pode dificultar seu estilo e vida social
Festas e eventos sociais são uma ótima maneira de conhecer pessoas e elas podem ser essenciais para os negócios, namorar, e até mesmo um casamento feliz. Mas se você não sabe onde ficar, como entrar em uma conversação, o que vestir ou se você está falando muito alto, você pode precisar de ajuda e apoio para participar e se divertir. E o problema pode ser SA.
5. Síndrome de Asperger pode dificultar seu romance
Você conheceu alguém especial. Você está interessado em fazer investir em um relacionamento. E Agora? Namorar é difícil para qualquer um, mas se você tem SA namorar pode ser completamente desconcertante. Precisa de ajuda? Pode ser necessário começar com um diagnóstico SA.
6. Síndrome de Asperger poderia ser a razão de você  ter algum tipo de fobia
Você fica facilmente “esmagada(o)” a qualquer momento quando há muito estímulos sensoriais – mesmo no shopping, ou supermercado, ou em um evento esportivo. E você gostaria muito de fazer parte e de sentir-se confortável nessas atividades comuns. O problema pode ser SA, e uma parte da solução pode ser conseguir o diagnóstico.
7. Síndrome de Asperger pode estar tornando ou lhe afetando na escola (Faculdade).
Se você tem síndrome de Asperger, você pode ser um pensador visual em um mundo verbal.Com um diagnóstico SA você pode obter a ajuda e as acomodações que você precisa para concluir os cursos, testes e entrevistas para obter o trabalho que você deseja.
8. Síndrome de Asperger pode ser um problema em uma relação importante
Alguém de quem gosta sugeriu que você pode ter Síndrome de Asperger, e eles apontam para certos comportamentos que os “deixam louco”. Eles gostariam que você obtivesse uma opinião profissional e, de preferência, alguma ajuda. Poderiam estar certo? Somente um profissional experiente pode dizer se você tem como.

9. Um diagnóstico de Síndrome de Asperger pode ser a chave para obtenção de serviços que você precisa
Se você tem síndrome de Asperger, você pode ter encontrado problemas em toda a sua vida.Você pode ser isolado, com pouco dinheiro, ou mesmo na necessidade de uma melhor habitação. Um diagnóstico de SA pode qualificá-lo para uma variedade de serviços e benefícios federal.

10. Um diagnóstico da síndrome de Asperger pode abrir novas portas para amizades e ajuda de grupos ou comunidades
Você tem se sentido “diferente” a sua vida inteira. Agora, você está esperando para encontrar uma comunidade de pessoas que recebem quem você é, como você pensa, e até mesmo como você se sente. Um diagnóstico de SA pode dar-lhe o empurrão que você precisa para entrar em contato com grupos de apoio do autismo e se conectar com essa comunidade.

Mais uma vez, espero tê-los ajudado através das informações aqui postadas e terem gostado desta matéria, pois muito curiosa e interessante foi para mim!
Se houver algum assunto que vocês queiram saber um pouco mais ou que acham ser muito interessante para ser postado, sugiram, terei o imenso prazer em atende-los!
Um grande abraço e até a próxima postagem!




segunda-feira, 15 de abril de 2013

Andropausa - A Pausa do Homem

A andropausa também é conhecida como menopausa masculina.  Ocorre geralmente entre as idades de 40 a 55 anos, quando os homens podem perceber sintomas semelhantes à menopausa embora não apresente um ponto tão característico como a interrupção da menstruação para definir essa etapa. Ocorre nessa fase uma queda no nível da testosterona (hormônio sexual masculino) e com isso as mudanças ocorrem muito gradualmente nos homens.  O homem experimenta um declínio gradual de suas funções gonadais, caracterizada pela diminuição da taxa de testosterona e da produção de espermatozoides.

Os níveis de testosterona (hormônio sexual masculino) diminuem progressivamente à medida que o homem envelhece. Entretanto, ao contrário da menopausa que ocorre devido a uma diminuição do hormônio feminino estrogênio, a diminuição de testosterona não põe fim ao ciclo reprodutivo masculino. Portanto, a andropausa não traz o fim da fertilidade para o homem, mas apenas uma redução dela devido à menor produção de espermatozoides.
Contudo, assim como nas mulheres, esse período pode ocasionar vários sintomas incômodos e que serão tratados aqui. Mas vale lembrar que muitas vezes esses sintomas não são observados tão facilmente porque são mais sutis que nas mulheres.
Sabe-se hoje que cerca de 50% dos homens com idade superior a 55 anos apresentam queda nos níveis de testosterona quando comparados com os níveis encontrados nos jovens, sendo que na faixa dos 60 a 69 anos o número de homens com baixos níveis de testosterona sobe para 85%.


Os sintomas da andropausa masculina ocorrem mais tardiamente em relação à menopausa feminina. Enquanto nas mulheres a menopausa surge por volta dos 45 anos, nos homens os sintomas da andropausa podem aparecer por volta dos 50-55 anos.
Sintomatologia:
À medida que o homem envelhece, os níveis de testosterona e de sulfato de dehidroepiandrosterona (S-DHEA) vão progressivamente diminuindo. Os níveis sanguíneos de testosterona sofrem uma queda de cerca de 1% ao ano até chegar a um nível abaixo do limite, ainda que dentro da faixa normal. Portanto, assim como nas mulheres, por volta dos 35-40 anos o homem também passa a ter uma maior predisposição para engordar e com a Andropausa essa tendência se agrava e esteticamente alguns homens passam também a apresentar perda de massa muscular, seja pela falta de atividade física e/ou exercícios e pela deficiência do hormônio masculino.

O desejo sexual já não é mais o mesmo de antes, a qualidade da ereção do pênis torna-se insatisfatória, sua vida sexual passa também a refletir na sua disposição mental e para o trabalho. O déficit de testosterona no cérebro leva-o a constantes episódios depressivos e sua vitalidade a cada dia se reduz.

Veja a seguir algumas das possíveis conseqüências da andropausa:
- Impotência sexual
- Ejaculação precoce
- Perda de memória e dificuldade de concentração
- Câncer na próstata
- Nervosismo
- Insônia
- Prostração e preguiça
- Queda da libido (apetite sexual)
- Perda de cabelo
- Diminuição da massa muscular
- Alterações no humor
- Doenças cardiovasculares
- Osteoporose

- Aumento da proporção de gordura corporal
- Tendência à anemia
- Apatia e depressão- Aumento de peso
A influência da Testosterona se faz sentir em muitos órgãos e funções do organismo. 

Não há maneira de prever quem vai ter sintomas de andropausa que tornem necessários procurar ajuda médica, nem a idade exata em que os sintomas irão ocorrer.  Alguns exames auxiliam a verificação da andropausa tais como exame de sangue para verificar o índice de testosterona, espermograma para verificar a produção dos espermatozoides, exame de toque, densitometria óssea e ecografia da próstata e abdômen.


As causas da andropausa
Além da redução do hormônio testosterona, a andropausa pode ser causada por atrofia testicular devido à cirurgias (hérnia inguinal e outras), torção do testículo ou castração acidental ou pelo uso de medicações antiandrogênicas, que diminuem a concentração de testosterona no sangue. O uso de algumas medicações usadas em tratamentos para câncer também podem levar a uma queda nos níveis de testosterona. Fatores como a obesidade e a presença de varizes escrotais (Varicocele) também influenciam na diminuição da testosterona.
Atenção:Causa mais freqüente que afetam os testículos é a varicocele, que pode alterar a qualidade do sangue na região testicular levando à infertilidade ou esterilidade bem como deficiências na produção da testosterona. Quando não há possibilidade de corrigir através de algum tratamento, pode ser realizado a reposição hormonal, que deve ser por um medico devido a possíveis efeitos colaterais com contra-indicações em muitos casos, principalmente em homens com idade acima de 40, devido aos cuidados com a próstata.
O diagnóstico da andropausa

 O diagnóstico da andropausa é feito pela história clínica (diminuição na vitalidade, tendência a depressão, mudança no humor e na disposição, distúrbios do sono, dificuldade para se concentrar, prostração e preguiça), pelo exame físico (rarefação dos pelos pubianos, diminuição do volume e da consistência testicular, presença ou não de varicocele e cicatrizes cirúrgicas), por exames de sangue que medem o índice de testosterona, através de espermograma que quantifica a produção de espermatozoides, além de densitometria óssea para verificar osteoporose e ecografia da próstata e abdome.
Tratamento
De acordo com os especialistas da área médica, a andropausa pode e deve ser tratada. Geralmente, o tratamento restabelece os níveis hormonais e isso causa uma melhora no humor, na irritabilidade, depressão e proporciona ao homem a vontade de ser novamente produtivo no seu trabalho e na sociedade.
Os tratamentos propostos atualmente incluem a estimulação da secreção hormonal pelo próprio corpo e a reposição hormonal. Entretanto, assim como no tratamento feminino, a orientação do médico é indispensável, pois o paciente será submetido a vários exames, para ser ter uma visão geral do organismo e para que se possam verificar as concentrações dos níveis dos hormônios sexuais.

O tratamento com reposição hormonal de testosterona deve ser feito com orientação médica pois é contra-indicado nos casos de câncer ou aumento de próstata, assim como nos casos de indivíduos normais que querem um aumento da performance. O excesso de testosterona erroneamente administrado, é metabolizado no fígado e transformado em um hormônio chamado Dihidrotestosterona, o qual é responsável pela ação prostática, causando o aumento da próstata e aumento em um tumor maligno prostático já instalado. Por isso, a dose deve ser rigorosamente controlada.
Dentre os vários benefícios atribuídos à reposição hormonal encontram-se: retardo da osteoporose, melhora no desempenho sexual, melhora dos distúrbios neurológicos e melhora da qualidade de vida.
Tanto para os homens que ainda já apresentam os sintomas quanto para aqueles que desejam fazer a prevenção da Andropausa, existe a Terapia de Reposição Hormonal Masculina. Esta tem sido mais segura com a forma de aplicação transdérmica, através de gel, cremes ou adesivos cutâneos.
Além da a Terapia de Reposição Hormonal é necessário fazer uma suplementação de vitaminas, sais minerais e oligoelementos, para melhorar a atividade mental, de antioxidantes e aminoácidos que ajudarão a liberar neurotransmissores cerebrais, melhorando o interesse sexual e o prazer em geral pela vida.
Através da Terapia de Reposição Hormonal Masculina os níveis hormonais podem ser restabelecidos, melhorando a irritabilidade, a depressão e proporcionando a vontade de ser novamente produtivo. O homem que faz o tratamento volta a ter mais energia, força física e mental e vida sexual mais satisfatória.
As contra indicações para Terapia Hormonal Masculina seriam a suspeita ou caso confirmado de câncer de próstata ou de mama, níveis de testosterona normais e insuficiência hepática.
Todo paciente com suspeitas de alterações hormonais e interessados na administração de reposições deverá ser rigorosamente investigados por clínicos, endocrinologistas e urologistas.Pacientes com perda da libido, persistente disfunção erétil, queda no desempenho físico e intelectual deverão se submeter a uma completa análise urológica, pois apenas 1 a 2% da disfunção erétil é atribuída a problemas hormonais.

A reposição hormonal está corretamente indicada para homens com hipogonadismo (baixa função hormonal testicular) ou com evidências clínicas e laboratoriais de alterações hormonais.
Muito se fala dos problemas que as mulheres apresentam quando param de menstruar. A temida menopausa surge por volta dos 45 anos. Entretanto, poucas pessoas sabem que os homens, assim como as mulheres, podem também sofrer alterações metabólicas decorrentes da idade e que são ocasionadas principalmente pelo déficit no hormônio masculino denominado testosterona.
Controvérsia
Muitos homens com problemas que parecem ser devidos a quedas hormonais, não apresentam grandes deficiências a ponto de beneficiarem do tratamento de reposição hormonal masculino. 
Só duas em cada cem pessoas do sexo masculino que apresentam queixas relacionadas com a andropausa têm diminuição importante das hormonais sexuais. Seria um erro tratar indiscriminadamente a todos com hormônios masculinos. Pouco melhoraria os sintomas e essas pessoas ainda estariam sujeitas aos riscos da medicação. 
A testosterona administrada por injeções ou aplicada por adesivos na pele deve ser monitorizada pelo médico. 
Falta de desejo sexual (libido)na andropausa
Libido é uma energia vital, presente no homem nas suas diferentes fases do desenvolvimento. Na atualidade é a mola principal que desencadeia o interesse, o desejo, a busca do prazer de preservação da espécie. Fatores orgânicos e medicamentos podem afetar a libido.
A exemplo, as frustrações vividas pelas dificuldades na realização da vida sexual podem desencadear uma baixa no desejo, agravando cada vez mais o quadro psicossexual do indivíduo. Drogas, medicações específicas também afetam a libido, trazendo conseqüências graves no desempenho sexual. Compete sempre a um especialista definir o motivo da causa de perda de libido. 

A dieta preventiva para a andropausa
A dieta também é muito importante como preventivo dos sintomas da andropausa. Os homens nesta faixa etária devem restringir colesterol e açúcar e comer alimentos com maior teor de sais minerais e vitaminas como as hortaliças em geral e as frutas.
Pelo fato da andropausa ser uma síndrome recentemente reconhecida, observa-se que no meio científico ainda há muitas discussões, sendo refutadas por alguns especialistas. Acredito que o dilema atual é que os próprios especialistas, urologistas, endocrinologistas e gerontologistas ainda não dominam completamente o assunto, o que é agravado pela falta de estudos em longo prazo que esclareçam definitivamente a relação risco-benefício, por exemplo, de fazer uso da reposição hormonal.
Se de um lado a reposição de testosterona promete devolver aos homens de 50 anos o vigor dos 25 anos, por outro lado, existe o medo do câncer da próstata.Tanto é verdade que a incidência do câncer da próstata aumenta após os 60 anos, quando o nível de testosterona está em franco declínio. Portanto, cabe aos pesquisadores e especialistas na saúde do homem conhecer os efeitos fisiológicos e os recentes estudos envolvendo a testosterona, não só para conduzir seus pacientes, mas também para orientar e evitar as complicações de um tratamento inadequado. 



Uma má alimentação pode gerar uma baixa produção de alguns neurotransmissores relacionados ao bem-estar e prazer. Essas alterações podem prejudicar o desempenho sexual e até a fertilidade. Alguns alimentos podem melhorar sua vida sexual. Esse é o caso das ostras que, segundo a especialista, são boas fontes de zinco, mineral necessário para a maturação o esperma e fertilização. Na falta de zinco temos diminuição na produção de testosterona, diminuindo a libido. A recomendação diária de zinco para homens é de 11 mg, em 100 g (quatro unidades) de ostra temos 90 mg desse mineral. Outro alimento rico em zinco é o fígado de boi, porém pode conter algumas toxinas.
Evite bebida em excesso
A bebida em excesso bloqueia a resposta sexual e prejudica o efeito de medicamentos para ereção. O alcoolismo destrói as respostas nervosas e vasculares, do que depende o desempenho sexual.
Não se entregue ao sedentarismo
A atividade física é ótima para o corpo, mente e para sua vida sexual também.Os exercícios promovem uma resposta física melhor a tudo que fazemos. Pesquisas demonstram até que a prática de atividades físicas pode estar relacionada a um aumento da produção de testosterona, hormônio responsável pelo desejo sexual, além de melhorar o rendimento na cama. E quando se trata de homens acima dos 40 anos a atividade física faz ainda mais diferença. Um estudo feito por médicos de Dublim mostrou que a perda de peso e aumento de massa magra reduz em 50% o risco de queda nos níveis de testosterona nessa fase. A pesquisa também indicou uma contagem mais alta de espermatozoides e ereções mais vigorosas nos homens mais ativos.
Consuma alimentos afrodisíacos
Alguns alimentos conhecidos por serem afrodisíacos como pimenta, ginseng e canela são temperos que melhoram a circulação, afetando positivamente a ereção. O amendoim e o ovo de codorna também são boas apostas. “O amendoim é fonte de vitamina B3, que colabora para a vasodilatação sanguínea, melhorando a circulação na região do órgão sexual masculino. Já o ovo, contém vitamina E, que participa da produção de hormônios sexuais, estando relacionado ao aumento da libido e do apetite sexual”. Alimentos com tirosina como leguminosas, nozes, castanhas, tofu, cereais integrais e leite aumentam a produção de dopamina e noradrenalina, que também melhorar o rendimento sexual.
Esqueça o cigarro
Segundo um estudo da Universidade do Texas, em Austin, EUA, homens que pararam de fumar conseguem ficar excitados cinco vezes mais rápido do que aqueles que não abandonaram o vício. Outras pesquisas também apontam que a nicotina atrapalha a ereção. Por isso, se você quer manter uma boa potência sexual é melhor evitar o cigarro. O cigarro afeta a microcirculação arterial e venoso dos corpos cavernosos do pênis e a bomba cardiovascular, que prejudica a chegada do sangue no órgão sexual.
Tome suco de romã
Um estudo da Queen Margaret University, em Edinburgo, mostrou que o consumo de um copo de suco de romã pode melhorar a libido. O estudo mostrou que os voluntários que beberam um copo por dia durante duas semanas tiveram um aumento entre 16 e 30% dos níveis de testosterona. A pesquisa, realizada com 58 homens entre 21 e 64 anos, ainda indicou que a fruta é rica em antioxidantes e ajuda a melhorar a circulação sanguínea.
Pasta afrodisíaca
Ingredientes
2 colheres (sopa) de tribulus terrestres em pó
2 colheres (sopa) de maca em pé
2 colheres (sopa) de catuaba em pó
2 colheres (sopa) de noz de cola em pó
2 colheres (sopa) de gengibre em pó
2 colheres (sopa) de guaraná em pó
500 g de mel
Modo de fazer
Em uma vasilha coloque as ervas e o mel e misture bem até virar uma pasta. Coloque em um vidro com tampa e tome uma colher de sopa duas vezes ao dia. Evite tomar a noite. Não utilize o guaraná em caso de hipertensão
Chá afrodisíaco masculino
Ingredientes
Nó de cachorro
Marapuama
Casca de catuaba
Raiz de ginseng
Noz-de-cola
Hortelã
1 litro de água
Mel
Modo de fazer
Coloque a água para ferver. Depois, coloque um punhado de cada erva e deixe ferver. Desligue o fogo e deixe esfriar. Em seguida coe e adoce com mel. Tome uma xícara (chá) cinco vezes ao dia.
Suco ‘levanta moral’
Ingredientes
2 xícaras (chá) de melancia (parte branca)
2 rodela de gengibre
1 colher (café) de guaraná em pó
1 colher (café) de ginseng em pó
1 colher (sopa) de mel
1 copo de água
Modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba em seguida.
A Andropausa não é o "fim", é possível conviver com ela sem grandes preocupações!
Um grande abraço, e até a próxima!









sexta-feira, 12 de abril de 2013

Esclerose Múltipla

A esclerose múltipla (EM) ou esclerose disseminada é uma doença neurológica crônica, de causa ainda desconhecida, com maior incidência em mulheres e pessoas brancas. Apesar da causa ser desconhecida a hereditariedade tem um papel relevante.
É uma doença inflamatória crônica, provavelmente auto-imune. Por motivos genéticos ou ambientais, na esclerose múltipla, o sistema imunológico começa a agredir a bainha de mielina (capa que envolve todos os axônios) que recobre os neurônios e isso compromete a função do sistema nervoso. A característica mais importante da esclerose múltipla é a imprevisibilidade dos surtos.
Em geral, a doença acomete pessoas jovens, entre 20 e 30 anos, e provoca dificuldades motoras e sensitivas.
Não se conhecem ainda as causas da doença. Sabe-se, porém, que a evolução difere de uma pessoa para outra e que é mais comum nas mulheres e nos indivíduos de pele branca que vive em zonas temperadas.
O diagnóstico é basicamente clínico, complementado por exames de imagem, por exemplo, a ressonância magnética.
Cerca de 5% dos indivíduos afetados possuem uma irmã ou irmão que também apresentam a doença e aproximadamente 15% deles tem um parente próximo acometido pela mesma.

Embora se considere que exista uma conexão entre fatores genéticos e ambientais sua prevalência não é homogenia com relação a regiões geográficas, sendo mais comum em países de temperaturas mais baixas como Estados Unidos. No Brasil as regiões com maior número de casos são as do sul e sudeste. Nessas existem 15 casos para cada 100 mil habitantes.

A ocorrência é maior em adultos da faixa etária entre 20 a 50 anos, e como já dissemos anteriormente as mulheres são mais afetadas por essa doença, ou seja, na proporção de 2 mulheres para 1 homem.
Esse tipo de patologia leva a uma destruição das bainhas de mielina que recobrem e isolam as fibras nervosas (estruturas do cérebro pertencentes ao Sistema Nervoso Central ou SNC). As fibras nervosas presentes no Sistema Nervoso Central (Cérebro) e periférico (pernas, braços e coluna) são revestidas por uma camada rica em lipídeos (gordura) chamada bainha de mielina. Ela é como o plástico que envolve o fio de cobre, atua como um isolante elétrico que permite a condução rápida e eficiente dos impulsos nervosos, transmitindo informações específicas dos neurônios para todas as partes do corpo. 
Quando ocorre a destruição da bainha de mielina os impulsos nervosos são conduzidos de forma mais lenta, gerando sintomas como fraqueza muscular falta de memória, rigidez articular, dores articulares e descoordenação motora. O doente sente dificuldade para realizar vários movimentos com os braços e pernas, perde o equilíbrio quando fica em pé, sente dificuldade para andar, tremores e formigamento em partes do corpo.
Até o momento a causa da EM não está totalmente esclarecida, se aceita a teoria de que algum vírus ou antígeno (corpo estranho) desconhecido estimule uma resposta imunológica anormal. Este processo na maioria dos casos inicia na infância. As células de defesa do nosso corpo reconhecem a bainha de mielina como corpo estranho e desencadeiam um processo inflamatório que a destrói de forma parcial ou total. Quando esse quadro cessa, as regiões as quais a bainha de mielina foi destruída sofrem cicatrização e ocorre um endurecimento conhecido como esclerose.
Sintomas
Os primeiros sintomas aparecem na idade de 20 a 40 anos e são muito variados dependem do local onde ocorreu a destruição da bainha de mielina.
A fase inicial da esclerose múltipla é bastante sutil. Os sintomas são transitórios, podem ocorrer a qualquer momento e duram aproximadamente uma semana.
Tais características fazem com que o paciente não dê importância às primeiras manifestações da doença que é remitente-recorrente, ou seja, os sintomas vão e voltam independentemente do tratamento.

A pessoa pode passar dois ou três anos apresentando pequenos sintomas sensitivos, pequenas turvações da visão ou pequenas alterações no controle da urina sem dar importância a esses sinais, porque, depois de alguns dias eles desaparecem.No estágio inicial os sintomas mais comuns são: dormência e formigamento nas pernas, braços e pescoço. As pessoas podem apresentar quadro de fraqueza em membros superiores e inferiores, visão turva e dupla, incoordenação motora, desequilíbrio, vertigem, dor, tremores e dificuldade no controle da urina, fezes e na deglutição. Também é freqüente a falta de memória, dificuldade de concentração e comprometimento da fala. Em grande parte dos casos a depressão e fadiga estão presentes.
O diagnóstico da EM é muito difícil, pois, os sintomas são semelhantes aos de outras doenças inflamatórias, requer uma avaliação global do indivíduo por profissionais capacitados.
A EM não tem cura e a evolução da doença é imprevisível. Muitos indivíduos conseguem desempenhar todas as atividades de uma pessoa normal, mas quando a doença alcança um estágio avançado, essas atividades se tornam restritas.

Tratamento
Uma vez confirmado o diagnóstico de esclerose múltipla, uma doença inflamatória desmielizante, com manifestação remitente-recorrente, o tratamento tem dois objetivos principais: abreviar a fase aguda e tentar aumentar o intervalo entre um surto e outro. No primeiro caso, os corticosteroides são drogas úteis para reduzir a intensidade dos surtos. No segundo, os imunossupressores e imunomoduladores ajudam a espaçar os episódios de recorrência e o impacto negativo que provocam na vida dos portadores de esclerose múltipla, já que é quase impossível eliminá-los com os tratamentos atuais.
O tratamento deve ser individualizado e envolver uma equipe multidisciplinar. O seu objetivo é melhorar a qualidade de vida do paciente controlando e aliviando os sintomas, e o mais importante, retardar ao máximo a progressão da doença.
Recomendações
* Embora não altere a evolução da doença, é importante manter a prática de exercícios físicos;
* Quando os movimentos estão comprometidos, a fisioterapia ajuda a reformular o ato motor, dando ênfase à contração dos músculos ainda preservados;
* O tratamento fisioterápico associado a determinados remédios ajuda também a reeducar o controle dos esfíncteres;
* Nas crises agudas da doença, é aconselhável o paciente permanecer em repouso.
Dieta
A dieta sugerida para pacientes com esclerose múltipla é a mesma dieta saudável recomendada para a população adulta normal. Seu objetivo é aumentar os níveis dos ácidos graxos essenciais e da vitamina B12, mantendo ao mesmo tempo uma saudável função intestinal.
Embora até o momento não exista uma evidência clara do efeito da dieta especifica sobre a taxa de progressão da doença, alguns estudos científicos tem mostrado que pode ser obtido algum benefício no consumo de alimentos que sejam fontes de compostos antioxidantes e de ácidos graxos essenciais.
A dieta normalmente contém determinadas vitaminas e minerais, tais como a vitamina E – lipossolúvel, encontrada na margarina, manteiga e frutas frescas vitamina A – hidrossolúvel, encontrada nas frutas e vegetais frescos selênio – mineral essencial encontrado nos produtos em grãos, peixes, ovos, queijos e carne que são denominadas antioxidantes, e que podem exercer um efeito protetor na bainha de mielina do cérebro contra inflamações causadas pelos radicais livres.
Por outro lado os ácidos graxos essenciais, ou seja, aquelas gorduras que o corpo necessita para sua saúde, mas é incapaz de produzir e, por isso, deve obtê-las da dieta, constituem uma parte importante da estrutura do tecido cerebral e da bainha de mielina. O ácido linoleico é o mais amplamente usado desses ácidos graxos essenciais, e está presente em grandes quantidades no óleo de prímula e no óleo de girassol. Outro tipo de ácido graxo essencial é a série Omega-3, encontrada nos peixes e óleos de peixes e na linhaça. Existem evidências de que esses ácidos graxos essenciais podem alterar a resposta inflamatória nas doenças auto-imunes, como é o caso da esclerose múltipla.
A dieta sugerida para pacientes com esclerose múltipla é a mesma dieta saudável recomendada para a população adulta normal. Seu objetivo é aumentar os níveis dos ácidos graxos essenciais e da vitamina B12, mantendo ao mesmo tempo uma saudável função intestinal. 

- Use margarinas e óleos (p.ex. girassol) poli-insaturados; 

- Coma óleo de peixe regularmente, de preferência 2-3 vezes por semana; 

- Use produtos diários com pouca gordura, p.ex. leite desnatado ou semidesnatado; 

- Prefira frango e partes magras de carne. 

- Coma diariamente cinco porções de frutas e legumes, inclusive verduras com folhas verdes escuras; 

- Evite salsichas, bacon, sanduíches do tipo hambúrguer e outros alimentos industrializados com alto teor de gordura animal saturada; 

- Evite bolos, chocolate e cremes com altos teores de gordura e açúcar;

- Coma de preferência alimentos fritos em pouco óleo ou na grelha, assados, no vapor ou fervidos, em lugar dos fritos em muito óleo; 

- Prefira pão integral e cereal com farinha integral; 

- Tome 8-10 copos de água diariamente;

- Evite doses elevadas de suplementos vitamínicos.

Alguns medicamentos utilizados no tratamento dessa doença tais como os corticoides podem induzir o ganho de peso, levando à obesidade. 

A obesidade é um distúrbio nutricional muito comum entre os pacientes com EM. 

A alimentação equilibrada é fundamental para a prevenção da obesidade e conseqüentemente, reduzir o risco do aparecimento de outras doenças secundárias como: o diabetes tipo II, a hipertensão arterial e hipercolesterolemia.

Dicas simples podem contribuir para uma alimentação equilibrada
• Não tenha pressa! Faça da refeição um momento agradável, coma devagar e mastigue bem os alimentos.


• Estabeleça horário para as refeições

• Procure variar o cardápio

• Coma peixe pelo menos 2 vezes por semana

• Consuma no mínimo 2 frutas por dia sendo que uma delas seja cítrica

• Durante o almoço ou jantar procure consumir vegetais verdes escuros, amarelos ou laranja.

• Evite o consumo de alimentos ricos em açúcar e gordura

• Para temperar saladas dê preferência para o azeite de oliva

• Consumir alimentos fonte de vitaminas A, C, E, D e vitamina B12, elas estimulam o sistema imunológico e assim podem auxiliar no controle os sintomas mais severos. 


Vitamina D contra a esclerose múltipla
Um estudo da Universidade de Oslo, na Noruega, concluiu que baixos níveis de vitamina D no organismo estão associados a um risco aumentado de esclerose múltipla, doença do sistema nervoso central que causa dificuldades graduais em capacidades motoras e sensitivas. De acordo com Dr. Carmo de Freitas, o estudo ainda menciona que os efeitos da carência de vitamina D já se mostrariam no estágio inicial da esclerose múltipla, com o aparecimento de osteoporose ou osteopenia (diminuição da densidade mineral dos ossos).
Na pesquisa foram avaliadas 99 pessoas, com média de idade de 37 anos e recentemente diagnosticadas com a doença, as quais participaram de testes de densidade óssea cerca de um ano e meio após o primeiro episódio de sintomas da enfermidade. “Após a comparação dos resultados com os exames ósseos de 159 pessoas saudáveis, os dados finais mostraram que 51% dos portadores de esclerose múltipla já tinham osteoporose ou osteopenia, contra 37% no grupo de indivíduos saudáveis”, completa o médico.
A doença ainda é motivo de preconceito entre muitas pessoas, mesmo entre as que são portadoras da enfermidade que preferem não revelar suas identidades, embora a atriz Cláudia Rodrigues, que interpretava o papel principal na série A Diarista, da TV Globo, tenha afirmado ter a doença, não existem tantas a fazer o mesmo.

Conviver com esclerose múltipla, não é impossível!

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Até a próxima postagem!